Reajuste da passagem de ônibus no Recife: um jogo de cartas marcadas

Promessa de campanha em 2014 do agora governador Paulo Câmara, a tarifa unificada de R$ 2,15 e o bilhete único mais uma vez estarão de fora da pauta do Governo do Estado na reunião do Conselho Superior de Transporte Metropolitano que definirá nesta sexta-feira (13) o terceiro reajuste das passagens de ônibus da atual gestão do PSB de Pernambuco.

Um jogo de cartas marcadas. É assim que setores da sociedade civil veem o modelo de definição das tarifas, numa votação onde participam integrantes do Governo do Estado, da Prefeitura do Recife, do Consórcio Grande Recife, das Câmaras Municipais de Recife e de Olinda e da Assembleia Legislativa; e representantes dos donos de empresas e dos usuários. Na prática, Governo, parlamentares e empresários votam em bloco e juntos detêm 14 votos contra oito da sociedade civil e um dos rodoviários.

Ao isolamento político dos representantes dos usuários no Conselho, soma-se a falta de transparência das informações que subsidiam – ou deveriam subsidiar – os reajustes.

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