Vereador Marco Aurélio (PRTB) reclama de servidor da Prefeitura do Recife

Um discurso indignado contra a ação de um servidor público da Prefeitura do Recife levou o primeiro secretário da Câmara Municipal, vereador Marco Aurélio (PRTB) a denunciar conduta, por ele classificada de espúria, do funcionário Paulo da Mata, conhecido nos corredores do órgão como Paulinho Sadam, “que age na calada da noite contra trabalhadores”. Marco Aurélio disse que este servidor destruiu o ganha pão de um pai de família que, apesar de ter recebido autorização do secretário-executivo da PCR, Sérgio Pinto, para padronizar uma barraca na Avenida Conde da Boa Vista, na qual investiu R$ 12 mil, caiu em desgraça com esse funcionário, ao qual denominou aberração covarde.

O secretário Marco Aurélio disse que tornava pública sua indignação porque apelou a todos que pode, para evitar injustiça, e citou os nomes dos secretários Henrique Leite e Rodrigo Farias, que apesar de se esforçarem para resolver a questão foram tão surpreendidos quanto ele mesmo. “Na noite da quarta-feira passada recebi um vídeo desse pai de família, chorando e se dizendo humilhado pelas ordens de um perrengue pusilânime. De nada adiantou meu apelo para que não houvesse tal injustiça, nem muito menos os apelos dos secretários citados”.

Marco Aurélio disse que o funcionário agiu e continua agindo e que por isso usava a tribuna da Câmara como derradeira tentativa para que chegue aos ouvidos do Prefeito. “Nós que somos da base governista, em tese, deveríamos ter trânsito com auxiliares do gestor, sermos ouvidos e recebermos explicações por nosso pleitos quando por ventura não puderem ser atendidos”.

O vereador frisou ainda que este não era o caminho que gostaria de percorrer, mas era o que havia restado, já que auxiliar do Prefeito, que deveria agir de forma mais respeitosa com um vereador da base, e que tem sido grande aliado, tome tal atitude. “Encerro afirmando e ratificando meu compromisso com o povo do Recife que terá em mim reação, sempre que os covardes usarem o cargo para perseguir e fazer injustiça em nome da administração”.

Fonte: Ascom/CMR