Pedestres e comerciantes reclamam do comércio informal nas ruas do centro no Recife

O ordenamento do comércio informal nas ruas do Recife, principalmente nas ruas e avenidas do Centro, é uma questão que vai e volta, mais sempre está na pauta dos gestores da Prefeitura Municipal. A crise é usada como justificativa por muitos que ocupam as vias da capital pernambucana, diante da falta de emprego com carteira assinada para as pessoas com menos oportunidade e qualificação.  Geralmente, os trabalhadores informais tem no máximo o Ensino Médio completo, mora em algum bairro periférico ou no próprio centro da cidade para diminuir os gastos com passagens. Agora, uma parcela da população, pedestres e comerciantes, reclamam da falta de espaço para transitar e da concorrência.

Ao Portal LeiaJá, em 2016, o secretário de Mobilidade e Controle Urbano do Recife, João Braga, explicou que foram adquiridos três terrenos para a construção dos shoppigns. Um desses espaços – na esquina da Rua do Riachuelo com a Rua da Saudade – está com as obras paralisadas por falta de verba e não há prazo de entrega. Nos outros dois terrenos (que serão conjugados), entre a Rua Sete de Setembro e Rua da Saudade, os trabalhos ainda não foram iniciados. Braga informa que esses trabalhadores terão que esperar, afinal não há como prever entrega se não existe recurso para concluir ou iniciar as obras.