“Quero mostrar as conquistas deste País”, diz Dilma


A presidenta Dilma Rousseff, candidata à reeleição, em conversa com jornalistas, na manhã deste domingo (24), disse que o Brasil sofreu uma revolução em quase quatro anos de mandato, em que muitas ações foram feitas para tornar o País menos desigual. “Quero mostrar as conquistas deste País. Quero mostrar que este País mudou. Hoje a filha de um pedreiro pode virar doutora. Hoje, você tem chance de ver uma empregada doméstica viajando de avião, indo visitar seus parentes”, destaca. 

Dilma lembrou que antes os mais pobres não conseguiam se qualificar profissionalmente por falta de condições financeiras, mas que o Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego) mudou esta realidade. “Hoje você tem condições de ver uma pessoa que sempre quis fazer um curso técnico e nunca pôde, porque o curso era pago, fazer o curso do Pronatec, que é um dos melhores cursos do Brasil (…) e fazer gratuitamente. Não tem a barreira da renda para impedir que ela tenha acesso (ao curso técnico)”, reforça a presidenta. Além de ensino técnico, o governo brasileiro tem levado estudantes e profissionais brasileiros para estudar no exterior, e adquirir conhecimento que possam criar um Brasil mais inovador. “Uma pessoa que jamais pensou em chegar em nenhum país do mundo, em uma das melhores universidades do mundo e fazer um curso independentemente de sobrenome, da renda, mas só dependendo do mérito”, conclui.

Ao ser questionada sobre um possível atraso no pagamento das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Dilma afirmou que não há atraso e explica que entre a entrega e o pagamento há um trâmite legal. “O atraso que existe é o seguinte: até você empenhar, fiscalizar e pagar tem um período. Não é automático”, esclarece. A presidente ainda complementa: “Eu vou dizer para vocês uma coisa: essa história que o país não precisa de ter um cuidado na execução de suas obras e uma obrigação de entregá-las é uma temeridade”.