Pré-lançamento do quarto álbum da Banda Rhudia


A Rhudia está fazendo o pré-lançamento do seu quarto álbum intitulado “Equilíbrio”. O show acontece na quinta-feira, 28 de abril, às 21h, na Rouge Creperia. Um dos espaços mais badalados da cena cultural recifense atualmente e que fica localizado no bairro de Casa Forte, zona norte da cidade.

O repertório do show inclui releituras das músicas “Não vou ficar”, do Tim Maia, “Hora da União (Samba Soul), da cantora Lady Zu e de “Do It Again”, da banda Steely Dan. Esta última versão, que em português ganhou o nome de “Du Elegante”, e é uma parceria entre os músicos Jonny Magrão e Jadson Gallego, vocalista da Rhudia. A noite também vai contar com a participação do DJ da Mata.

A banda, que este ano completa 10 anos de formação, fez suas últimas apresentações no carnaval deste ano. Em Recife, no pólo da Várzea, abrindo o show da cantora Luíza Posse e no pólo da comunidade Bola na Rede. Em Olinda, fechou o carnaval da cidade no pólo do Fortim do Queijo, dividindo palco com a banda Café Preto. Os Ingressos custam R$ 15,00 (preço único).

Petição online pede a cassação do mandato parlamentar do deputado Jair Bolsonaro


No domingo (17), o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), ao declarar seu voto na sessão de pedido de impedimento da Presidente Dilma Rousseff, dedicou o seu voto, em memória, ao Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex- chefe do DOI-CODI. Fez referência direta ao período em que a presidenta foi torturada na medida em que afirmou que o coronel é o pavor de Dilma. Foi seguramente uma das falas mais abomináveis de toda a história brasileira.

De acordo com o descrito no artigo 55, parágrafo primeiro da Constituição Federal, ao fazer apologia à tortura e aos torturadores, o deputado Bolsonaro feriu o decoro parlamentar e constitui-se em algo absolutamente inadmissível num Estado Democrático de Direito fazer apologia à tortura e torturadores. 

Militantes e ativistas estão com um abaixo assinado online pedido a cassação do mandato parlamentar do deputado Jair Bolsonaro por quebra do decoro parlamentar ao utilizar expressões que configurem crime a honra ou que incentivem a prática de crime. Confira o link da petição que já vai em mais de 33 mil assinaturas: Câmara dos Deputados - Cassação do Mandato Parlamentar do Deputado Jair Bolsonaro.

PDT vai expulsar os seis deputados federais que votaram contra a democracia


O PDT iniciou nesta segunda-feira (18/4) o processo de expulsão dos seis deputados federais do partido que ontem, domingo, votaram a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) – contrariando determinação expressa do Diretório Nacional.

A decisão do PDT de votar contra o impeachment foi tomada em dezembro do ano passado, sendo referendada posteriormente, por unanimidade, pelo Diretório Nacional reunido em Brasília dia 22 de janeiro; e, por último, confirmada na última sexta-feira (15/4), em reunião da Executiva com integrantes da Comissão Nacional de Ética, presidentes dos movimentos de base partidário e integrantes das bancadas do PDT na Câmara e no Senado.

Reunida nesta manhã (18/4) na Sede Nacional do partido, em Brasília, os membros da Comissão Permanente discutiram o comportamento dos deputados do PDT e, ao final, confirmaram a decisão de expulsar os deputados infiéis.

Votaram contra a determinação da direção do partido e foram expulsos, de ofício, os deputados federais Mario Heringer (MG), Sérgio Vidigal (ES), Giovanni Cherini (RS), Flávia Morais (GO), Subtenente Gonzaga (MG) e Hissa Abrahão (AM).

A Comissão de Ética, como anunciado, iniciou os processos de expulsão garantindo a todos amplo direito de defesa previsto na legislação e nos estatutos; e vai submeter o seu parecer ao Diretório Nacional do PDT já convocado para decidir sobre o assunto no próximo dia 30 de maio, no Rio de Janeiro.

Os que forem dirigentes estaduais serão destituídos dos cargos, caso do Espirito Santo, presidido por Sergio Vidigal; e Goiás, presidido por Georges Morais – e também serão destituídas as comissões provisórias do PDT nos estados de Minas Gerais e Amazonas presididas, respectivamente, pelos deputados Mario Heringer e Hissa Abrahão.

A decisão de expulsar os infiéis foi tomada pela Executiva em dezembro passado, ato referendado pelo Diretório nacional dia 22 de janeiro e, por último, confirmado na sexta-feira passada (15/4) na reunião da Executiva Nacional, com a Comissão de Ética, movimentos partidários e bancada federal do partido. Os parlamentares, todos, também foram avisados por escrito que corriam risco de expulsão caso não votassem contra o impeachment.

Marido de deputada que votou a favor do impeachment foi preso em operação da PF


Na sessão de domingo (17), a deputada Raquel Muniz (PSD) disse que votava "Sim" ao impeachment contra a presidenta Dilma e dedicou o voto ao marido e aos filhos, para combater a "maldita corrupção". Nesta segunda-feira (ontem), o marido da deputada foi preso durante operação da Polícia Federal por suspeita de corrupção na Prefeitura de Montes Claros. Segundo informações, a gestão de Ruy Muniz (PSB) usou de meios fraudulentos para beneficiar o hospital dele próprio, diz PF. A secretária de Saúde também foi alvo de mandado de prisão.

Confira como votaram os deputados federais de Pernambuco na sessão de domingo sobre o impeachment

Dos 25 deputados pernambucanos, 16 votaram a favor da continuidade do processo de impeachment contra a presidenta Dilma. Todos os parlamentares do PSB, PSDB, PMDB, PSD, PHS, DEM, Solidariedade, um do PR e um do PTB disseram "Sim". 

Já 6 votaram "Não" contra o impeachment e a favor da democracia. Os deputados foram: Silvio Costa (PTdoB), Luciana Santos (PCdoB), Adalberto Cavalcanti (PTB), Wolney Queiroz (PDT), Ricardo Teobaldo (PTN) e Zeca Cavalcanti (PTB), e 1 voto de abstenção que foi de Sebastião Oliveira (PR).

Deputado tucano tem nome citado em planilha da Odebrecht apreendida pela Polícia Federal


O deputado federal Bruno Araújo (PSDB-PE), que deu o voto decisivo para a continuidade do impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT) tem nome em planilha da Odebrecht. O tucano votou sim e foi o voto 342, ele é mais um dos cerca de 280 políticos que tiveram seus nomes citados em planilhas apreendidas durante a Operação Acarajé pela Polícia Federal, no final de março. Em nota, o deputado tucano de Pernambuco afirmou que as doações recebidas da empreiteira foram registradas oficialmente. Com informações do Blog Lauro Jardim.

Entidades e movimentos sociais divulgaram carta aberta ao governador Paulo Câmara


CARTA ABERTA AO GOVERNADOR PAULO CÂMARA

“Sei que cumpri até agora o meu dever para com o povo pernambucano, sei que estou fiel aos princípios democráticos e à legalidade e à Constituição que jurei cumprir. Deixo de renunciar ou de abandonar o mandato, porque ele está com a minha pessoa e me acompanhará enquanto durar o prazo que o povo me concedeu e enquanto me for permitido viver”.

MIGUEL ARRAES
(trecho de seu discurso censurado no dia 01 de abril de 1964, quando foi arbitrariamente preso e deposto pelos militares e pela Assembléia Legislativa que empossou o vice-governador naquele mesmo dia)

A FRENTE BRASIL POPULAR DE PERNAMBUCO inicia esta Carta Aberta a V. Exa. invocando a memória inesquecível das atitudes altivas e das palavras dignas do ex-governador Miguel Arraes, com as quais ele conquistou uma posição invulgar na história brasileira, tornando-se merecedor de grande respeito por todos os pernambucanos.

Diante do grave momento histórico atual, a lembrança das muitas violações cometidas naquele trágico momento histórico do golpe civil-militar de 1964 projeta ameaças e reflexões sobre o nosso futuro, o que convoca a novas atitudes igualmente coerentes e corajosas.

A rutura constitucional de 1964 gerou os nefastos efeitos que todos conhecemos. Milhares de cidadãos foram presos, torturados e/ou exilados. Dentre eles, o ex-governador Miguel Arraes foi preso em Fernando de Noronha e depois exilado por mais de 16 anos. Também a Presidenta (sic) Dilma Rousseff foi presa e torturada por cerca de 03 anos.

É importante destacar que em 64 – como novamente se pretende agora – não foram cometidas apenas gravíssimas violações contra os direitos e a vida de cidadãos e contra os mandatos de governantes legitimamente eleitos. Também foi alvo central o ataque ao modelo de desenvolvimento do País, para evitar as reformas de base e para submeter os interesses nacionais aos desígnios de grandes potências, em especial os Estados Unidos.

Nessa ofensiva golpista atual, igualmente se quer romper o estado democrático de direito para encerrar o período de quase uma década e meia de crescimento com inclusão social de milhões de brasileiros nas oportunidades e no acesso à renda, à cidadania, ao consumo, à moradia, a médico e à universidade, dentre inúmeros outros exemplos. A PEC do senador José Serra para entregar o pré-sal às companhias petrolíferas internacionais é um sinal exuberante dessa conspiração em curso para a mudança do modelo de desenvolvimento, com o retorno a um passado obscuro para o nosso povo e o nosso País.

O Estado de Pernambuco, sob os governos do PSB, foi um dos maiores beneficiários desse novo ciclo, com o apoio decisivo dos governos Lula e Dilma. Após as mudanças dos últimos 14 anos, em Pernambuco hoje se processa petróleo, se fabrica automóveis, navios e diversos outros produtos de base industrial. Suape foi transformado em complexo industrial-portuário, depois de 30 anos como um porto inconcluso. Ferrovia e adutoras fundamentais estão sendo construídas. Águas estão sendo transpostas e vivemos secas sem saques, sem fome e sem morte de pessoas, pela primeira vez na história. O pernambucano vive em novos patamares e com novas perspectivas.

Isso e muito mais está sob severa ameaça de uma decisão arbitrária que a elite atrasada brasileira conspira para ser adotada no próximo domingo.

De fato, a tentativa de votar um impeachment sem base legal, sem crime de responsabilidade, constitui uma farsa inaceitável e uma ameaça golpista para produzir uma nova rutura constitucional, sacrificando a democracia e precipitando o País em um futuro sombrio de arbitrariedades, de desunião e de conflitos imprevisíveis.

Sabe V. Exa. que o processo em curso na Câmara de Deputados não se sustenta do ponto de vista jurídico pois se baseia apenas em um parecer do TCU – Tribunal de Contas da União, no qual recomenda ao Congresso Nacional a rejeição de contas do Governo Federal. Essas contas sequer foram apreciadas ou votadas no Parlamento.

Instruir um processo de impeachment nessas circunstâncias é um GOLPE indisfarçável, revelando, na verdade, que nada foi encontrado pelos golpistas que pudesse configurar um crime de responsabilidade praticado por Dilma Rousseff. Nesse ou em qualquer outro fato exaustivamente apurado. Bem diferente é a situação no que diz respeito ao deputado Eduardo Cunha, que preside o referido processo, e a vários outros parlamentares que o apóiam nessa ofensiva golpista.

Destacamos que a nova orientação do TCU, relativamente a procedimentos usualmente adotados por todos os presidentes anteriores e pela quase totalidade dos governadores atualmente no exercício de seus mandatos constitucionais, foram imediatamente incorporados pelo Governo da Presidenta Dilma Rousseff no próprio exercício de 2015, quando a nova posição foi adotada pelo citado Tribunal.

O processo do impeachment em curso, desse modo, não se sustenta do ponto de vista jurídico e, também, dos pontos de vista político e moral, conduzido que é por uma maioria de parlamentares portadores de graves acusações e processos por corrupção, servindo a interesses indefensáveis e inconfessáveis, embora eles não consigam disfarçá-los.

O futuro da nossa democracia e do nosso povo está correndo um severo risco. Desde Vargas, passando por Jango, Arraes e Brizola, a atrasada Elite Brasileira sempre fez esse tipo de ofensiva golpista para preservar o seu poder iníquo e desumano e para obstruir processos de transformações sociais. Sempre comandada por empresários ineficientes e sonegadores liderados, como agora, pela Fiesp. Sempre embalada por notícias manipuladas pela grande mídia, à frente a Rede Globo, em 1964 como atualmente. Sempre invocando uma falsa moralidade e adulterando denúncias de corrupção, nunca antes tão apuradas como agora. Vargas, Jango, Arraes, Brizola e, na atualidade, Dilma e Lula sempre foram vítimas dos mesmos expedientes e manipulações.

Temos acompanhado, pela imprensa, os debates que ocorrem no PSB, como em toda a sociedade brasileira. A bancada do Senado se posicionou, por unanimidade, contra a farsa do impeachment. Vários deputados do PSB também já seguiram essa mesma linha. O governador do PSB na Paraíba, Ricardo Coutinho, tem tido uma posição clara em defesa da democracia e contra o golpe.

A história e os seus desafios estão batendo novamente na porta do Palácio do Campo das Princesas, hoje ocupado por V. Exa.. Na sua vez, o Dr. Arraes preferiu manter a sua dignidade e altivez, mesmo conhecendo os elevados custos que seriam suportados em sua liberdade e em sua vida, sendo preso e exilado por defender a Constituição e o seu mandato legítimo. Vargas preferiu barrar um golpe de estado dando um tiro no peito para “sair da vida e entrar na história”. Jango, Brizola, Dilma Rousseff e muitos outros brasileiros não vacilaram em defender o estado democrático de direito embora sofrendo pesadas consequências. Mas eles ocupam um lugar digno na história e são por todos admirados.

Que escolha V. Exa. fará até o próximo domingo ?

Esta carta, portanto, é portadora da esperança e da reivindicação de milhões de pernambucanos, que as entidades da Frente Brasil Popular representam e que fizeram as maiores manifestações de rua do País, no sentido de que V. Exa. faça a escolha correta e oriente os deputados e o partido que lidera para que defendam a democracia, votem contra o impeachment e que, no dia 17, possamos estar juntos lutando, vencendo e gritando que #NÃO VAI TER GOLPE!!!

Atenciosamente,

A Central Única de Trabalhadores – CUT
A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST
A Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Pernambuco – Fetape
O Partido dos Trabalhadores- PT
O Partido Comunista do Brasil – PC do B
O Movimento de Mulheres
A Via Campesina
A União Nacional de Estudantes- UNE
A União da Juventude Socialista – UJS
A Juventude do PT – JPT
A Pastoral da Juventude Rural
A União Metropolitana dos Estudantes –Umes

"Democracia: o lado certo da história" afirma presidenta Dilma Rousseff em artigo

Vivemos dias decisivos para a jovem democracia brasileira. Vivemos tempos que colocam em risco o direito do povo escolher, por eleição direta, quem deve governar o nosso país. São tempos em que a capacidade de diálogo, tolerância e respeito às diferenças políticas está sendo testada ao limite.

Vivemos sob a ameaça de um golpe de estado. Um golpe sem armas, mas que usa de artifícios ainda mais destrutivos como a fraude e a mentira, na tentativa de destituir um governo legitimamente eleito, substituindo-o por um governo sem voto e sem legitimidade.

Sou de uma geração que lutou muito pela democracia e, apesar de todas as dores e sacrifícios, inclusive a dor extrema da tortura e o sacrifício maior da vida, venceu.

Acredito no Brasil democrático e no povo brasileiro e tenho trabalhado muito para honrar os votos dos mais de 54 milhões de eleitores que me elegeram para governar o Brasil por quatro anos, até 31 de dezembro de 2018.

Neste momento, há um pedido de impeachment contra mim em julgamento no Congresso Nacional. Um pedido de impeachment aberto sem que eu tenha cometido crime de responsabilidade. Aliás, não cometi crime algum, de nenhum tipo.

Os que se pretendem meus algozes é que têm encontro marcado com a Justiça, mais cedo ou mais tarde. Para fugir dela, tentam derrubar um governo que criou leis contra a corrupção, deu transparência à administração pública e sempre apoiou a ação independente da Polícia Federal e do Ministério Público.

Tudo isso faz deste julgamento uma grande fraude. Na verdade, a maior fraude jurídica e política da história de nosso país. Destituir uma presidenta pelo impeachment, sem que ela tenha cometido crime de responsabilidade, é rasgar a Constituição brasileira. Trata-se de um golpe contra a República, contra a democracia e, sobretudo, contra os votos de todos os brasileiros que participaram do processo eleitoral.

Fazer oposição e criticar meu governo é parte da democracia. Mas derrubar uma presidenta legitimamente eleita, sem que tenha cometido qualquer crime, sem que seja sequer investigada em um processo, não faz parte da democracia.

É golpe!

Não temo investigação de qualquer natureza sobre minha conduta. Jamais me opus ou criei obstáculos a qualquer investigação, sobre quem quer que seja.

Não sou suspeita, não sou investigada, não sou ré, mas querem me derrubar por meio de um impeachment ilegal. Querem me submeter a uma das maiores injustiças que se pode cometer contra alguém: condenar um inocente.

Querem condenar uma inocente e salvam corruptos.

Peço a todas as brasileiras e a todos os brasileiros que não se iludam, nem se deixem enganar. Vejam quem está liderando este processo. Perguntem-se porque querem tanto me derrubar da Presidência e desrespeitar o voto do povo.

Será que estes que lideram o golpe permitirão que o combate à corrupção continue? Qual a sua legitimidade? O que querem dizer quando anunciam a necessidade de impor sacrifícios à população? O governo de salvação que prometem será para salvar o Brasil ou a eles mesmos?

Respeito os que se opõem a meu governo e gostariam de ver outra pessoa na Presidência. Sei que muitos pensam assim de boa-fé, porque ainda não perceberam quem são os conspiradores.

As pessoas que pensam e agem de boa fé, ao contrário dos líderes da fraude golpista, devem entender que não precisam gostar de mim para se opor ao golpe. Basta gostar da democracia. Basta respeitar o eleitor.

Nossa democracia não pode ser violentada. O voto de cada brasileiro e cada brasileira deve ser respeitado. O golpe deve ser impedido, para que o Brasil não retroceda na política, nos direitos, na inclusão.

Derrubar uma presidenta legitimamente eleita não é solução para enfrentar os momentos difíceis que vivemos na economia brasileira. Muito ao contrário: sem a legitimidade concedida pelo voto direto, nenhum governo é capaz de construir saídas democráticas para a crise. Com o golpe, a crise se aprofundaria e se prolongaria.

Faço questão de lembrar que, apesar de toda a crise, as nossas políticas sociais continuam em curso. Os jovens seguem tendo acesso ao ProUni, ao Fies e ao Pronatec. O Bolsa Família, o Mais Médicos, o Minha Casa, Minha Vida continuam íntegros e mudando a vida do povo brasileiro. Jamais rompemos ou romperemos com os compromissos por um Brasil justo e inclusivo, de todos os brasileiros e brasileiras. Sabemos que estabilizar a economia e o nível de emprego é tarefa urgente e fundamental, que enfrentaremos com ainda mais vigor, assim que superarmos a crise política.

A inflação felizmente já começou a diminuir. Os consumidores já perceberam isso em seu dia a dia, na conta de luz e no preço dos alimentos. Esta é uma boa notícia porque interrompe a perda de poder de compra das famílias e abre espaço para a redução da taxa de juros.

Estamos vendendo mais produtos para o resto do mundo e, com isso, o superávit em nossa balança comercial é crescente. Nossas reservas internacionais são elevadas e, ao contrário do que tentam mostrar na imprensa, o investimento estrangeiro direto continua vindo para o Brasil.

Os fundamentos da economia são hoje muito melhores do que no tempo em que mandavam no Brasil os líderes do golpe e o FMI. Muitas de nossas dificuldades hoje são obra do golpismo e da aposta política no "quanto pior melhor", que instabiliza o país desde a eleição.

Acabamos de firmar um acordo com os governadores para alongar o prazo das dívidas estaduais, garantindo um alívio às contas dos Estados neste momento de dificuldades. Isto é muito importante, pois diminuirá os riscos de atrasos de pagamentos do funcionalismo, permitirá a continuidade de serviços fundamentais para a população e até mesmo a retomada ou aceleração de obras.

Enviei ao Congresso uma proposta para ampliar os recursos disponíveis para gastos fundamentais, em especial na área de saúde e educação, e para dar sequência a obras que estão em andamento e a investimentos na área de defesa, fundamentais para nosso futuro. Esta proposta e a renegociação da dívida dos governos estaduais terão, juntas, impacto suficiente para gerar 1 ponto percentual de crescimento no PIB do país.

Tudo isso já está em curso. Sei que precisamos fazer muito mais e, vencida esta batalha contra o golpe, proponho a construção de um pacto nacional.

Proponho um pacto que envolva todos os segmentos da sociedade –todos, sem exceção– para construirmos novas propostas para a retomada do desenvolvimento do Brasil. Propostas que devem ter como premissas a continuidade dos programas sociais e o respeito aos direitos de todos os cidadãos.

O futuro do Brasil está na inclusão social que dinamiza a economia e aprofunda a democracia. Entre as propostas de futuro, faço questão de destacar a necessária e inadiável reforma política, para aumentar a representatividade de nosso sistema, cortar a raiz da corrupção política e democratizar e tornar mais transparente a atividade política.

Faço um apelo aos brasileiros que estarão nas ruas, mobilizados, nos próximos dias, até que o golpe de estado seja derrotado. Acompanhem os acontecimentos com atenção e, sobretudo, com calma e em paz. Peço calma e paz a todos –aos que são contra mim e aos que estão comigo e contra o golpe.

Peço aos deputados federais de todos os estados e de todas as agremiações políticas, sem distinção ideológica que, no domingo, tomem posição clara em defesa da democracia e da legalidade.

Desejo que suas consciências os aconselhem a votar contra o golpe, contra a interrupção de um mandato conferido pelo povo e contra os enormes riscos que a derrubada de um governo legítimo pode causar. Presto homenagem aos parlamentares de todos os partidos que estão contra o golpe. Chamo à reflexão aqueles que ainda relutam em cerrar fileiras contra o impeachment.

A história, que fará nosso julgamento definitivo, vai honrar a biografia de vocês, tanto quanto vocês estarão honrando seu país ao votar contra um impeachment ilegal. Quem defende a democracia nunca se arrepende.

A democracia é sempre o lado certo da história.

*Dilma Rousseffpresidenta da República, a chefe de Estado e de governo da República Federativa do Brasil.

SAIBA MAIS: Vereadora Isabella de Roldão destaca projetos em tramitação na Câmara

Astro de Hollywood, Arnold Schwarzenegger apoia ação da LBV

Atletas nacionais e internacionais, celebridades, mais de 30 competições esportivas e a maior feira de nutrição da América Latina. Estamos falando do Arnold Classic Brasil 2016, que está em sua 4ª edição, realizado entre os dias 1º, 2 e 3 de abril, no Riocentro, no Rio de Janeiro/RJ, e contou com a presença do astro de Hollywood Arnold Schwarzenegger.

Ele conversou com o público presente e mostrou seu apoio ao Projeto Geração UPP ao ser fotografado segurando a camiseta da iniciativa, apoiada pela Legião da Boa Vontade.

Neste cenário esportivo e de saúde, jovens de várias comunidades cariocas participaram da Feira e do Campeonato Internacional de Caratê. Na oportunidade, o jovem Jhonatan de Sousa Jobim, de 15 anos, sagrou-se bicampeão. Ele competiu com representantes do Chile, da Argentina e de outros países ficando em 1º lugar na categoria Cadete (14 e 15 anos).

Morador da comunidade de Mandela, em Manguinhos, zona norte do Rio, Jhonatan é um dos diversos atletas que integram o projeto de Caratê, da Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude, por intermédio CRJ — Manguinhos (Centro de Referência da Juventude), desenvolvido por uma parceria entre a Legião da Boa Vontade (LBV), a Super Rádio Brasil (940 AM), a Prime Esportes, Boomboxe, e Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), nas comunidades onde atuam as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).

A professora de Caratê Marise Covelo, com mais de 25 anos de experiência nesta modalidade marcial, falou com grande emoção do seu aluno campeão: “O Jhonatan veio de uma comunidade bem carente, o Mandela, inserido num ambiente de ociosidade, de criminalidade, drogas e de risco social. Passou por muitos problemas familiares e, para reverter esse quadro, eu o convidei para aprender Caratê. Desde os cinco anos de idade ele treina e participa de várias competições. Já foi campeão estadual, em 2015, na primeira etapa regional, e tem melhorado a cada dia, graças ao apoio dos parceiros e, principalmente, da LBV”.

Paulo Fernando está cada vez mais próximo dos Paulistenses

Para registrar a trajetória política e interagir de forma eficaz com os paulistenses, o pré-candidato a vereador do Paulista Paulo Fernando (PDT) lança a sua mais nova plataforma de comunicação online, que pode ser acessada no endereço juntoscompaulo.com.br.

De acordo com Paulo, é de grande importância se aproximar dos eleitores também através das novas ferramentas de comunicação. "As pessoas estão cada vez mais conectadas em sites e redes sociais, por isso tenho que me aproximar delas através da rede para dialogar, mostrar os meus trabalhos e planos de governo caso for eleito para representar o povo na Câmara Municipal de Paulista", disse Paulo Fernando.

O pedetista tem bastante visibilidade no município por ter uma relação satisfatória com a população e diante disso recebeu convites de várias siglas partidárias para se filiar. Paulo tem apoio de empresários e políticos do Litoral Norte de Pernambuco para a sua candidatura e se consolida como promissor para o legislativo de Paulista.

Manu Lapa chega ao PTB para fortificar o partido nas próximas eleições

A professora, Emanuela Rosa Araújo Pinto Lapa, suplente de vereador de Carpina, cidade na Mata Norte do Estado, agora faz parte dos quadros do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). A filiação de Manu Lapa, como é conhecida, aconteceu nesta sexta-feira (01), na sede do Diretório Municipal da agremiação, em Carpina.

“Com a entrada no PTB, assumo o compromisso de fortalecer a legenda não apenas em Carpina, mas em toda região. Quis ingressar em um partido que demonstra responsabilidades claras com a educação, saúde e desenvolvimento da nossa gente. Sempre enxerguei isto na liderança do Doutor Joaquim Lapa que será o nosso candidato a prefeito”, afirma Manu.

Manu Lapa sempre militou no movimento juvenil na área técnica de Políticas Públicas para os jovens, participou da equipe sócio educacional da Escola de Referência Joaquim Olavo de Carpina, foi à primeira secretária Municipal da Juventude, e também, implementou o projeto da primeira “Casa das Juventudes” na cidade, sendo bem avaliada pela população no tempo em que ficou na coordenação do espaço, até o rompimento com o governo municipal.

Manu faz parte da nova geração da família Lapa. Com a pré-candidatura certa e forte será uma das apostas da legenda para concorrer a uma vaga na Câmara Municipal de Vereadores e reforçar ainda mais os quadros do PTB. Atualmente, Manu Lapa é uma das vozes com maior credibilidade por fazer uma oposição coerente contra a atual gestão socialista que está no comando da cidade.

Silvio cobra Plano de Mobilidade do Recife

A cidade do Recife está proibida de receber recursos federais para investimentos em mobilidade urbana. O motivo do impedimento é o atraso na elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana da cidade, exigência da Lei Federal 12.587/2012. O plano, que deveria ter sido entregue em abril do ano passado, está completando este mês um ano de atraso.

Segundo o deputado Silvio Costa Filho (PRB), sem o plano a Prefeitura está impossibilitada de obter recursos para melhoria do transporte público, obras em infraestrutura urbana e disciplinamento de trânsito. “Em quatro anos de governo, o prefeito Geraldo Júlio não entregou uma obra sequer na área de mobilidade, se limitando a inauguração da segunda pista da Via Mangue, obra que passou por quatro prefeitos e três governadores”, criticou.

O parlamentar destaca ainda que, além de não poder contar com recursos da União, a Prefeitura do Recife vem negligenciando o orçamento para a área. “Segundo dados do Portal da Transparência do município, de uma previsão orçamentária de quase R$ 160 milhões que deveriam ser destinados à área de Mobilidade e Acessibilidade no ano passado, apenas R$ 5,44 milhões foram efetivamente aplicados”, ressaltou Silvio.

Para justificar o atraso, a Prefeitura do Recife alega que precisava fazer uma pesquisa de origem e destino do transporte público, só iniciada no fim do ano passado. Para Silvio, o plano de mobilidade, no entanto, não deve ser tratado apenas como plano de transporte público. “É preciso rediscutir a cidade, projetar novas vias, ampliar a malha do metrô, destravar os corredores urbanos e tirar do papel o plano cicloviário. É preciso, acima de tudo, um amplo debate do poder público com a sociedade sobre a cidade e seus eixos de desenvolvimento”, defendeu.

Artigo questiona sobre o futuro dos monumentos e edificações históricas em Carpina

Foto: Matadouro Público de Carpina / 1934  e Pesquisa (jornais de época) e texto: Rodrigo Sávio.

Foi de iniciativa do primeiro prefeito, Coronel Ernesto Pompilio do Rego (15/11/1928 - 16/10/1930), a construção de um Matadouro Público afim de melhorar as condições de abate dos animais. Na sua gestão, ele deixou a parte principal do prédio toda edificada.

O segundo prefeito, dr. Joaquim Carneiro da Cunha (16/10/1930 - 05/04/1933), continuou a obra mas sem dar grandes avanços, visto que na sua gestão procurou atender a outros serviços considerados de maior urgência.

A conclusão dos trabalhos no Matadouro veio com o terceiro prefeito, o sr. Balthazar Ferreira Pinto, tendo isto ocorrido no primeiro ano de seu mandato. Coube a ele a construção das dependências onde se realizaria o abate, a instalação de bombas d'água, a instalação elétrica, a construção de um curral, a construção de carroças para o transporte da carne para o mercado além de outros melhoramentos que tornaram o matadouro em um modelo de referência em sua época para as funções as quais se destinava.

A inauguração se deu no dia 01 de abril de 1934 (há exatamente 82 anos), contanto com a presença do prefeito e seus auxiliares.

O imóvel localiza-se na Av. Conselheiro João Alfredo. A aquisição do terreno e a construção da obra foram feitos com recursos próprios, onde somados, custaram a importância de 67:863$763 (sessenta e sete milhões, oitocentos e sessenta e três mil, setecentos e sessenta e três réis).

Mas há alguns anos, depois de um longo período de atividades, o matadouro público de Carpina foi desativado. Com isso, foi entregue ao abandono, chegando hoje aos 82 anos em péssimo estado de conservação e tornando-se mais um imóvel histórico em ruínas. O prédio bem que poderia ser aproveitado, conservando-se o seu estilo arquitetônico. Para isso, vou tomar por base o exemplo do município de Nazaré da Mata: lá o antigo matadouro público tornou-se um espaço cultural, preservando-se o imóvel que integra o patrimônio histórico e arquitetônico da cidade.

Mas em Carpina é diferente. É mais fácil os monumentos e edificações históricas desaparecerem, como vem ocorrendo ao longo dos anos (Clube Lenhadores, antiga Matriz de São José, casarão onde morou Dr. Chateaubriand - pai de Assis Chateaubriand, girador de locomotivas, etc) apagando-se desta forma a memória de nossa cidade.

Embates envolvendo taxistas e operadores do Uber chegam à Assembleia

As discussões em torno da polêmica e conturbada relação envolvendo taxistas e representantes de aplicativos de transporte alternativo, entre eles o Uber – plataforma recém lançada no Recife -, chegaram à Assembleia Legislativa. Nesta terça (22), a Comissão de Negócios Municipais promoveu a primeira de duas audiências públicas previstas para debater o tema. Nesse encontro inicial, foram ouvidos os profissionais que estão se inserindo no mercado através da plataforma digital, os quais defendem a regulamentação da nova modalidade de serviço. Na próxima audiência, marcada para segunda-feira (28), espera-se ouvir os argumentos dos taxistas.

O debate foi solicitado pelo deputado Rodrigo Novaes (PSD). O parlamentar entende que essa é a melhor forma de se encontrar uma solução pacífica para a questão. “Existe um processo natural de avanço tecnológico que não há como conter. No entanto, é preciso um esforço para que esse movimento não exclua categorias de trabalhadores, como a dos taxistas”, pontuou. O entendimento foi compartilhado pelo presidente do colegiado, deputado Rogério Leão (PR). “Na maioria das cidades brasileiras, o Uber está funcionando por meio de liminares. Acredito que nós, agentes públicos e legisladores, podemos contribuir nos antecipando e sugerindo os encaminhamentos mais pertinentes”, complementou. Os parlamentares anunciaram que, após a segunda audiência pública, será formado um grupo de trabalho para formular propostas de entendimento.

Representando a T81, empresa pernambucana em fase de implantação e com proposta similar ao Uber, Flávio Guardia acredita que a melhor forma de evitar disputas de espaço é trabalhar pela regulamentação do serviço. “Já que é impossível impedir o avanço da tecnologia, o que o Poder Público deve fazer é impor limites, fiscalizar e punir quem não cumprir as regras”, avaliou. “Como usuário de transporte público e motorista parceiro do sistema Uber, afirmo que os elogios ao serviço são frequentes e o preço é competitivo”, testemunhou o autônomo Josivan Rodrigues. “As discussões devem ser direcionadas para atender os principais agentes interessados: os usuários”, acrescentou Frederico Haecker, representante da Associação Nacional dos Usuários de Estradas e Rodovias.

Presentes ao encontro, os deputados Beto Accioly (PSL), Edilson Silva (PSOL) e Socorro Pimentel (PSL) defenderam a participação da Alepe na formulação de uma proposta que seja interessante para todos os envolvidos. “Precisamos nos antecipar às discussões para evitar que as ruas do Recife virem espaços de guerra, como vem ocorrendo em outras cidades”, pontuou Accioly. “Diante dessa realidade de mudanças, precisamos trabalhar para construir a melhor transição possível”, opinou o psolista. “É importante que as autoridades reflitam que, com a mobilidade urbana comprometida como está, abrem-se brechas para que outras modalidades de serviços venham atender a população”, concluiu Socorro Pimentel.

Novo ministro do Esporte, Ricardo Leyser destaca conquistas do país com a organização dos Jogos Rio 2016


Com 13 anos de experiência no Ministério do Esporte, Ricardo Leyser assume o comando da pasta após nomeação da presidenta Dilma Rousseff publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (31.03). Além do cargo de ministro, Leyser seguirá com a função de chefiar a Secretaria Nacional de Esporte de Alto Rendimento, responsável por coordenar, junto à Casa Civil, as ações do Governo Federal de preparação para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

A pouco mais de quatro meses da abertura das Olimpíadas, o novo ministro afirma que dará prosseguimento ao trabalho executado e que a organização do megaevento tem um planejamento sólido. “Agradeço à presidenta Dilma Rousseff pela confiança, reafirmo os compromissos do governo brasileiro na organização dos Jogos Olímpicos e dos Jogos Paralímpicos e reitero nosso apoio à preparação dos atletas que vão defender o país nos Jogos Rio 2016. Acredito que minha experiência de 13 anos de atuação no Ministério do Esporte será importante para reforçar a confiança dos parceiros governamentais e das entidades esportivas no aprofundamento da vitoriosa aliança que construímos ao longo desses anos de trabalho intenso.”

Além da realização dos Jogos Rio 2016, Leyser destaca que o país se preparou para deixar um importante legado para as futuras gerações de esportistas, com o apoio dado às modalidades e aos atletas e com a constituição da Rede Nacional de Treinamento. O ministro também acredita que a promoção do esporte e a disseminação de seus valores trarão importantes ganhos para a sociedade brasileira.

“Sou testemunha dos avanços conquistados pelo esporte brasileiro num ambiente de democracia, diálogo, união, seriedade e comprometimento do governo com o desenvolvimento esportivo e social do Brasil. O esporte brasileiro jamais havia vivido uma época de tamanho crescimento institucional e político. E, às vésperas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, esse mesmo esporte que nos ensina a respeitar regras, jogar em equipe e competir com lealdade pode ser o fator de união dos brasileiros na torcida por nossos atletas e no reconhecimento de nossas conquistas”, avalia o ministro.

Ricardo Leyser, 45 anos, trabalha no Ministério do Esporte desde 2003, ano em que a pasta foi criada. Em novembro de 2015, retornou à Secretaria Nacional de Esporte de Alto Rendimento, que havia comandado por seis anos, a partir do início de 2009, após ocupar, entre janeiro e novembro de 2015, a Secretaria Executiva da pasta.

Graduado em Administração Pública pela FGV-SP e em Ciências Sociais pela USP, o ministro tem especializações em Estudos Estratégicos, Gerenciamento de Empreendimentos, Gestão Estratégica de Negócios, Marketing Governamental e Planejamento Estratégico Situacional, entre outras.

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