"As economias estimadas com esse lixo de reforma vão todas para pagamento de juros" afirma Paulo Rubem

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"É uma fraude matemática a tese de que a crise fiscal vigente no país (receitas menores que despesas) se deve às despesas previdenciárias. A raiz da crise está nas despesas maiores, que são aquelas com juros e amortizações da dívida pública. Contra essas não se fala em reformas. As economias estimadas com esse lixo de reforma vão todas para pagamento de juros e amortizações da dívida pública. Basta ver nos relatórios do tesouro nacional. A necessidade de financiamento do setor público em 2019 supera os R$ 770 bilhões de reais. Por trás desses valores estão os bancos e fundos financeiros e de previdência, além de não-residentes, concentrando quase 90% da dívida pública. Esses são os privilegiados. Intocáveis" escreveu Paulo Rubem em uma rede social.

Paulo Rubem Santiago é professor da UFPE e Mestre em Educação. Foi Vereador do Recife, Deputado Estadual e Federal por Pernambuco. Tem centenas de artigos publicados, palestras e participação em Seminários, Congressos, Programas de Rádio e TV.